20 anos de massacre na China – Eles não querem que se lembrem
A matéria é do Zero Hora e nos permite enxergar claramente como a história pode ser controlada através de atitudes simples, do tipo, impedir a utilização de ferramentas de comunicação em massa. Ferramentas de comunicação de grupos que sabiamente falarão sobre isso.
Hà 20 anos exatos, a China passava por uma tremenda crise na ditadura comunista.
Os protestos já estavam incomodando as elites e tornando-se mais evidentes pelo país a fora, chamando a atenção de outros descontentes desorganizados.
Os manifestantes escolheram um lugar de destaque na cultura Chinesa, a praça da paz celestial. O acontecimento à se relatar foi chamado de massacre da praça da paz celestial.
A escolha do governo, dentre milhares de opções, foi de calar os manifestantes, apertando a ditadura com a lei marcial e utilizando-se da força para conter a manifestação.
Aparentemente deu certo. Morreram milhares. Feriram milhares. A ditadura permanece até os dias atuais, sensurando a imprensa e até as ferramentas de comunicação em massa para que o massacre não seja lembrado, não seja comentado, não seja debatido (leia o primeiro link da postagem).
Mas não é só a China que age desta maneira.
A Microsoft está ajudando a impedir que grupos de resistencia de países com sancões Estadunidenses se comuniquem, pois bloqueou a utilização do famoso MSN por parte desses países.
Ou seja, as mega-corporações que estão de mãos dadas com a Nova Ordem Mundial estão mostrando suas garras, e como elas podem ajudar a instalar essa Nova Ordem Mundial.
Não acredita, então perceba como essas empresas têm se unido em épocas de crise, ou se tornando “estatais” dos Estadunidenses através de polítias econômicas.
No Brasil, o Unibanco se uniu ao Itaú, tornando-se o maior banco privado do país.
Ainda, a Sadia se uniu a Perdigão, tornando-se a maior empresa do país no setor.










