h1n1 influenza a


Estaria nosso Ministério da Saúde de mãos dadas com a Nova Ordem Mundial?

De acordo com o site do Zero Hora, foi determinado pelo Ministério da Saúde a suspensão da venda do único medicamento conhecido capaz de retardar os efeitos da gripe A H1N1, que ficou conhecida como gripe suína, o Tamiflu do laboratório Roche.

Ou seja, o Ministério da Saúde mantém o monopólio na distribuição do medicamento.
Envia para quem achar que deve, mas até agora não enviou para ninguém.

De acordo com pesquisa realizada na Europa, o medicamento pode reduzir o alastramento da doença, posto que impede a proliferação do vírus no paciente infectado.

O princípio ativo do medicamento é o oseltamivir, patenteado por uma empresa que tinha como presidente o conhecido Donald Rumsfeld, que foi secretário de Defesa do governo W. Bush (o que me faz lembrar V de Vingança, onde a Inglaterra espalha um vírus no próprio país para aumentar o controle do governo sobre as pessoas).

Em publicação do Ministério de dezembro de 2005, foi informado que o Brasil receberia 9milhões desses kits (?), no entanto, se chegaram foram para os átrios de Brasília, proteger a quem lhes interessa.

A informação do site www.respostasgripesuina.com.br é de que o Ministério da Saúde mantém um estoque do Tamiflu, que será usado (?) para combater a doença no momento oportuno, mas suspendeu a venda para “não criar um vírus resistente a doença”.

O medicamento custa em média R$ 150,00 na sua apresentação de 10 cápsulas, e atualmente não pode ser comprado por qualquer um.

diferença gripe comum influenza a h1n1


Fiquem tranquilos, só irá morrer quem não interessa para o governo.
Os outros, sobreviverão…

Veja como a questão do monopólio tem causado sérios debates.

Conheça os planos (?) do Brasil contra a pandemia de influenza desde 2006.

Entenda o funcionamento do medicamento.

Enquanto isso os lucros da Roche estão nas alturas.

Não tem nada batendo…
Nada…

José Diniz
"É na unidade de todas as forças revolucionárias que devemos trabalhar. Isso só se pode conseguir quando temos consciência de nossos fracassos passados: nem o reformismo estéril, nem a burocracia totalitária podem ser uma solução para nossa insatisfação. Trata-se de inventar novas formas de organização e de luta."
José Diniz
José Diniz
"A destruição da sociedade mercantil totalitária não é um caso de opinião, é uma necessidade absoluta num mundo que já está condenado. Pois o poder está em todos os lados, logo deve ser por todas as partes e por todo o tempo combatido."
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