28. outubro, 2009|José Diniz, Músicas

Braseiro – Roberta Sá
Composição de Pedro Luís

Mas tá um trem de doido
Eita confusão parece natural andar na contra-mão(2x)

Tão vendendo ingresso
Pra ver nego morrer no osso
Vou fechar as janelas
Pra ver se não ouço as mazelas dos outros(2x) (repete lá em cima)

Perdeu-se a moral
E reina a falta de vergonha
Mania nacional é ver o outro se dar mal
O caso de polícia
corriqueiro é todo dia
Felicidade é bom eu quero paz, justiça, alegria

Moramos no braseiro a coisa aqui ta quente
O ano inteiro eu corro atrás não sei de que exatamente.
(repete lá em cima)


Quero justiça, alegria e quero paz,
Mas com direitos iguais, como já disse Tosh
E quero mais que um milhão de amigos do RC
Como Luís e Su as maravilhas do mundo quero comer
Quero me esconder debaixo da saia da minha amada
Como Martinho da Vila, em ancestral batucada
Eu quero é botar meu bloco na rua, qual Sampaio
Quero o sossego de Tim Maia, olhando um céu azul de maio
Eu quero é mel, como cantou Melodia
Quero enrolar-me em teus cabelos
Como disse Wando à moça um dia
Quero ficar no teu corpo, como Chico em Tatuagem
E quero morrer com os bambas de Ataulfo bem mais tarde
Só que bem mais tarde
Eu quero ir pra ver Irene rir, como escreveu Veloso



José Diniz
"É na unidade de todas as forças revolucionárias que devemos trabalhar. Isso só se pode conseguir quando temos consciência de nossos fracassos passados: nem o reformismo estéril, nem a burocracia totalitária podem ser uma solução para nossa insatisfação. Trata-se de inventar novas formas de organização e de luta."
José Diniz
José Diniz
"A destruição da sociedade mercantil totalitária não é um caso de opinião, é uma necessidade absoluta num mundo que já está condenado. Pois o poder está em todos os lados, logo deve ser por todas as partes e por todo o tempo combatido."
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