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Parem o ataque dos peixes Frankenstein – Petição Avaaz denuncia novo produto transgênico


Caros amigos,

Os EUA estão prestes a servir a primeira carne modificada geneticamente do mundo: um salmão mutante que pode devastar as populações de salmão selvagens e ameaçar a saúde humana. Mas podemos impedí-los agora antes que esse estranho peixe Frankenstein apareça em nossos pratos de comida.

O novo salmão falso cresce duas vezes mais rápido que o original, e nem mesmo os cientistas sabem os efeitos a longo prazo que ele pode causar à saúde. Ainda assim, esse alimento está prestes a ser declarado seguro para consumo, baseado em estudos pagos pelas empresas que criaram a própria criatura modificada geneticamente! Felizmente, os EUA são obrigados legalmente a considerar a opinião pública antes de tomarem uma decisão. Uma crescente coalizão de consumidores, ambientalistas e pescadores estão pedindo ao governo que abandone esse plano mal-cheiroso. Vamos urgentemente criar uma avalanche de apoio global para ajudá-los a vencer essa causa.

A consulta está acontecendo agora e temos uma chance real de manter o peixe mutante fora do cardápio. Assine para impedir a criação do peixe Frankenstein e compartilhe amplamente — quando alcançarmos 1 milhão de assinaturas, nosso clamor será enviado oficialmente à consulta pública:

http://www.avaaz.org/po/stop_frankenfish_r/?bJrgFab&v=21117

A empresa que desenvolveu o peixe Frankenstein alterou o DNA do salmão para criar um peixe que pudesse crescer rapidamente durante o ano todo. Além de não conhecermos os efeitos a longo prazo para a saúde, se algumas dessas criaturas ou seus ovos chegarem ao ambiente natural, estes super salmões podem dizimar populações inteiras de salmão. Pior ainda, uma vez que eles chegarem aos supermercados, não vamos saber o que é salmão modificado geneticamente e o que é salmão verdadeiro, ou seja, não haverá como evitar o consumo!

A indústria de biotecnologia gastou centenas de milhões de dólares fazendo lobby com os governos para aprovar os alimentos vegetais modificados geneticamente. O peixe Frankenstein é a próxima galinha de ovos de ouro da indústria — e pode abrir as comportas para outros tipos de carne transgênica. Mas o governo dos EUA vai considerar a opinião pública antes de tomar sua decisão final — se conseguirmos pressioná-los e mostrar uma oposição global enorme enquanto eles menos esperam, poderemos impedir esse acordo temerário.

O peixe Frankestein está prestes a ser aprovado — vamos nos certificar de que as empresas de biotecnologia não tenham voz sobre o que comemos. Ajude a construir a petição de 1 milhão de assinaturas para impedir a criação do peixe mutante:

http://www.avaaz.org/po/stop_frankenfish_r/?bJrgFab&v=21117

Os membros da Avaaz já se uniram para proteger o meio ambiente e nossos sistemas alimentares de interferências perigosas. Em 2010, mais de 1 milhão de nós se uniram contra os alimentos transgênicos na Europa. Vamos nos unir mais uma vez contra o peixe Frankenstein.

Com esperança,

Jamie, Nick, Emma, Dalia, Emily, Paul, Ricken, Wen-Hua e toda a equipe da Avaaz

MAIS INFORMAÇÕES

EUA analisam liberação de salmão transgênico para consumo humano (Estadão)
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,eua-analisam-liberacao-de-salmao-transgenico-para-consumo-humano,612618,0.htm

Estados Unidos dão sinal verde a salmão transgênico (Folha de São Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1206348-estados-unidos-dao-sinal-verde-a-salmao-transgenico.shtml

O salmão transgénico mais perto do nosso prato (Público)
http://www.publico.pt/ciencia/noticia/o-salmao-transgenico-mais-perto-do-nosso-prato-1578890

EUA dão passo rumo à liberação da venda de salmão transgênico (G1)
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/12/eua-dao-passo-rumo-liberacao-da-venda-de-salmao-transgenico.html

EUA: Salmão transgénico precisa de mais estudos (Euronews)
http://pt.euronews.com/2010/09/21/eua-salmao-transgenico-precisa-de-mais-estudos/

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Milho transgênico causa câncer em ratos e reacende debate – Nutricídio

Imagens de ratinhos com tumores imensos inundaram a Europa no fim de setembro. Os animais comeram por dois anos uma espécie de milho transgênico por pesquisadores da Universidade de Caen, na França. Primeiro estudo de longo prazo feito com a semente NK603 — uma das mais vendidas do mundo —, ele retomou com toda a força o debate sobre os riscos desse tipo de alimento.
Na pesquisa, os ratinhos foram separados em grupos que comiam só milho transgênico, milho normal com herbicida ou transgênico com herbicida. A mortalidade entre essas cobaias foi até 3 vezes maior, no caso das fêmeas, em comparação com os animais do grupo de controle — que comiam milho normal e nada de herbicida.

O estudo foi publicado no Food and Chemical Toxicology Review, importante publicação científica, e acompanhou os animais por 24 meses, enquanto os testes para aprovar transgênicos costumam exigir apenas 3 meses. “Os primeiros grandes tumores apareceram entre o quarto e o sétimo mês, ressaltando que o padrão atual de triagem não é adequado”, dizem os autores da pesquisa, no artigo.
Parte da comunidade científica e os fabricantes de transgênicos, é claro, questionaram as conclusões da pesquisa. Alegam, por exemplo, que ela não descreve detalhadamente a dieta normal dos ratos de controle e inclui poucos animais nesse grupo. Por isso, a Autoridade Europeia de Segurança dos Alimentos pediu mais dados aos pesquisadores para emitir uma posição definitiva.

“O relatório deixa várias questões em aberto”, diz Helaine Carrer, professora da Escola Superior de Agricultura da USP, lembrando que os transgênicos estão há quase duas décadas no mercado. “Mas as consequências que o estudo levanta são suficientemente graves e não podem ser ignoradas.”

Bê-á-bá dos transgênicos

O que é?

Organismo com trechos de DNA de outra espécie inseridos no seu genoma via engenharia genética.

Como é aqui?

O Brasil é o segundo maior produtor mundial, entre 32 países. Cultivamos soja, milho e algodão modificados. Cerca de 80% da soja já possui algum gene mutante. Produtos com transgênicos devem ter selo de identificação.

A favor:

• Cria espécies mais resistentes, o que reduz o uso de pesticidas e aumenta a produtividade.
• Cria variedades “aditivadas”, com nutrientes adicionais.

Contra:

• Estimula uso excessivo de herbicidas, já que foram criadas plantas resistentes a eles.
• Pouco se sabe sobre seu efeito a longo prazo, para a saúde e o ambiente.

por Juliana Elias
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/1,,EMI322531-17777,00.html

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O que são alimentos transgênicos? Fazem mal? Como identifica-los?

Vá até a sua dispensa, verifique a existência do símbolo ao lado em algum de seus alimentos.

Você sabe o que ele significa?
Alimento Transgênico, não é isso?

Apesar de estarem tentando esconder isso de nós, o Ministério da Saúde sabiamente aprovou o Decreto nº 4680/03 e a Portaria nº 2.658/2003 que determinaram a obrigatoriedade da rotulagem de produtos com mais de 1% de transgênicos em sua composição.

Porém, apesar da obrigatoriedade, ninguém que eu conheça sabe o que significa este símbolo, ou seja, colaram uma figurinha nos produtos e não disseram o que ele significa. Claro lobby da Monsanto…

Alimentos Transgênicos são todos os alimentos geneticamente modificados.
De acordo com a FDA, esses produtos não podem ser destinguidos dos demais pelo fato de serem “iguais” ao alimentos não transgênicos, mas vários estudos demonstram contradições nos relatórios da FDA.

Há mais informações sobre Alimentos Transgênicos no site transgenicosnao.blogspot.com

Se fazem mal, bem, deêm uma olhada em como a Monsanto agiu durante seus anos dourados e veja que ela sempre escondeu a verdade sobre diversos de seus produtos.
Os documentários que mencionamos aqui tem bastante informações referentes.

Monsanto é a maior empresa de biotecnologia do mundo (na marra), líder mundial em alimentos transgênicos, com 90% do mercado. Fabricante das marcas Roundup (herbicída líder a 30 anos), soja para roundup (soja roundup ready), aspartame (edulcorante substitúto do açúcar nos produtos diet), hormônio do crescimento (proibido no Canadá e na Europa), dentre outros produtos altamente tóxicos como o Agente Laranja (desfolhante utilizado na guerra do Vietnã), e PCB (conhecida no Brasil como Ascarel), uma substância extremamente tóxica, que foi proibida em 1971 nos EUA e 1981 no Brasil.

O Grupo Monsanto atua no Brasil por meio das seguintes empresas:
Monsanto do Brasil Ltda., Agroeste Sementes S.A., Monsoy Ltda., Monsanto Nordeste Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda., Alkagro do Brasil Ltda., Stoneville Brasil Ltda., Agroeste Participações Ltda., MDM Sementes Algodão Ltda., D&M Brasil Algodão Ltda., D&PL Brasil Ltda., Sementes Selecionadas Ad Ltda. e WestSeeds Participações Ltda.

O maior mito utilizado para legimitar o mercado dos transgênicos é que “o aumento de produção dos alimentos resolveria a fome”. Não precisa ser nenhum economista pra saber que o problema da fome e da miséria não é a escassez de alimentos, mas a má distribuição de riqueza produzida. Ainda mais em um novo modelo onde você terá de pagar royalties e taxas paras poucas transnacionais que monopolizam o mercado.

Pesquisando sobre o assunto, encontrei dois documentários de tirar o fôlego, que já fazem parte de nossa lista de doumentários.

Sweet Misery - Aspartame
O primeiro foi Sweet Misery, sobre o aspartame, o qual aparentemente é a causa do aumento de doenças raras.

O segundo é O Mundo segundo a Monsanto, que demonstra claramente que estamos sendo engolidos pelo corporativismo selvagem, que transforma o ser humano em mais um obstáculo que precisa ser transposto.

Aos estudantes de direito, recomendo assistir ambos documentários, além de A Corporação, que também toca no assunto.

Cuidado, o seu alimento pode estar lhe causando donças.

Saiba mais em: http://www.algosobre.com.br/biologia/alimentos-trangenicos.html

http://busca.uol.com.br/buscar.html?q=alimento+transgenico

http://transgenicosnao.blogspot.com/

Conheça a lista de produtos transgênicos elaborada pelo Greenpeace em http://www.greenpeace.org.br/transgenicos/pdf/guia_consumidor_4.pdf

Em tempo, como esses desgraçados são aliados no plano contra a população mundial, e pretendem sujar os gênes das espécies naturais, já criaram (não estes) um banco de dados vegetal com mais de 4milhões de sementes, o que chamamos alienadamente de Arca de Noé Vegetal, a qual será assunto por aqui mais futuramente.

Haiti: Haarp preparou terreno para mega corporações – Monsanto e Cia. chegam com tudo

Sementes transgênicas estão sendo doadas ao Haiti pela empresa estadunidense Monsanto.
Thalles Gomes | Porto Príncipe/Haiti

Fonte: www.ecocídio.com.br

A denúncia foi feita no último dia 10 de maio em artigo escrito pelo Padre inglês Jean-Yves Urfié, ex-professor de química do Collège Saint Martial, em Porto Príncipe. “A empresa transnacional Monsanto está oferecendo aos agricultores do país um presente mortal de 475 toneladas de milho transgênico, junto com fertilizantes associados e pesticidas, que serão entregues gratuitamente pelo Projeto WINNER [Vencedor, em inglês], com o respaldo da embaixada dos Estados Unidos no Haiti”, alertou Urfiè. Segundo ele, a multinacional Monsanto já começou a distribuir sementes de milho transgênicas nas regiões de Gonaives, Kenscoff, Pétion-Ville, Cabaré, Arcahaie, Croix-des-Bouquets e Mirebalais.

A forte repercussão dessa denúncia obrigou o Ministro da Agricultura do Haiti, Joana Ford, a convocar uma coletiva de imprensa no último dia 12 de maio em Porto Príncipe. “O Haiti não tem a capacidade para gerenciar os OGM [Organismos Geneticamente Modificados]” afirmou o Ministro Ford antes de desmentir que a doação da Monsanto fosse de milho transgênico. Continue lendo

Indústria muda nome de adoçante para melhorar sua aceitação – Aspartame agora é AminoSweet

Fonte: www.naturalnews.com
NaturalNews em 12 de fevereiro de 2010.

(NaturalNews) Em resposta à crescente conscientização sobre os perigos dos adoçantes artificiais, o que o fabricante de um dos mais notáveis do mundo dos adoçantes artificiais fazem?
Renomeá-lo e começar a comercializá-lo como natural, é claro. Esta é precisamente a estratégia da Ajinomoto, fabricante do aspartame, que espera lançar areia para os olhos do público com sua versão rebatizada do aspartame, chamado “AminoSweet“.
Mais de 25 anos atrás, o aspartame foi introduzido na cadeia alimentar europeia. Hoje, é um componente diária de bebidas diet, sobremesas sem açúcar, gomas de mascar em diversos países do mundo.

Continue lendo

Transgênicos: Nova Doença pode ter causador conhecido – Nutricídio ou Especulação Financeira?

morgellons doença pele transgenicos rastro quimico
É lamentável saber que uma sociedade como a nossa possa criar doenças para lucrar, mas não é improvável.

Saibam: A Monsanto, principal responsável pelas pesquisas de alimentos transgênicos, maior empresa do setor no mundo, antes de lidar com alimentos, era (ainda é) uma super empresa Química.

Saiba mais sobre os transgênicos em: O que são alimentos transgênicos?


“Morgellons disease”, nova ameaça dos transgênicos?
Dr. Geraldo Deffune G. de Oliveira (Engenheiro Agrônomo, PhD) é membro da Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica

Uma doença que provoca rupturas na pele pela erupção de fibras desconhecidas (aparentemente constituídas de celulose contendo minerais como alumina e calcita) com desfiguração e infecções secundárias, especialmente em crianças e idosos, designada “Morgellons disease”, se espalhou por todos os 50 estados dos EUA nos últimos 10 anos, concomitantemente à expansão dos transgênicos. Já há casos diagnosticados em países da Europa e África, no Japão, Filipinas, Indonésia e Austrália.

O problema se agravou a ponto de ser instituída uma pesquisa oficial do Centers for Disease Control (CDC – USA) para determinar as causas dessa síndrome. Há indicações científicas de que é causada por Agrobacterium tumefasciens, o organismo mais alterado e trabalhado pela engenharia genética, que ensinou ao homem essa pseudotecnologia e fornece as Ti-Plasmids (Ti = Tumor Inducing, que produzem tumores nas raízes), estruturas de transferência de material genético que são usadas para carregar e inserir os transgenes.

Como os Agrobacteria são muito promíscuos na aquisição de ácidos nucleicos e estão presentes em todos os solos do mundo, é provável que tenham incorporado genes de virulência para humanos, por exemplo, dos “promotores virais” usados na montagem de transgenes e seus mutantes, que continuamente se desprendem dos milhões de toneladas de resíduos transgênicos que se decompõem pelos campos cultivados, espalhando-se pelo ambiente.

Vejam abaixo o resumo das pesquisas do Dr. Vitali Citovsky (da SUNY – State University of New York, Stony Brook, NY) que tem muitas publicações sobre a infectividade de Agrobacteria em animais. Ele identificou a presença de genes de Agrobacterium derivados tanto de cromossomos como da Ti-plasmid, incluindo T-DNA, nos tecidos amostrados de todos os pacientes com Morgellons analisados na pesquisa.

Informações em: http://www.morgellons-disease-research.com/ ;http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=9891; e http://www.morgellons.org/suny.htm

Mão doença de morgellons
Se essas suspeitas forem confirmadas, fica em aberto a possibilidade de que a “Morgellons disease” seja apenas a “ponta do iceberg” de inúmeras doenças novas, mas sem sintomas tão visíveis, que podem estar sendo geradas pela contaminação transgênica do ambiente e alimentos, pois os trangenes perduram nas micelas de argila do solo, na água e no trato digestivo de animais – onde podem ser absorvidos por inúmeros micróbios benéficos ou inóquos à saúde até o momento.

Dr. Geraldo Deffune G. de Oliveira (Engenheiro Agrônomo, PhD) é membro da Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica


Doença de Morgellonshttp://decs.bvs.br/

Conheça a Campanha Contra os Transgênicoswww.biodinamica.org.br

Vídeo interessantíssimo que liga assuntos como Conspiração, Chemtrails, SmartDust e Morgellons.

Codex Alimentarius já começa a apresentar a sua força – Comissão de Segurança tem presidente fantoche

Monsanto criminosa
CTNBio tenta derrubar monitoramento de transgênicos
Retirado de www.abril.com.br/noticias/
por Lígia Formenti

Brasília – Diante da polêmica provocada, o presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), Walter Colli, recuou e retirou de pauta a votação sua proposta de acabar com o monitoramento de eventuais efeitos nocivos de transgênicos à saúde animal e vegetal. Na reunião de hoje do colegiado, depois de mais de três horas de discussão, ele anunciou que faria uma revisão da sua proposta.

“Sabia que não teria aprovação. Mas queria chamar atenção para discussão. Coloquei o bode na sala”, justificou hoje, ao fim da reunião – a última em que ele atua como presidente da CTNBio. Seu mandato termina em fevereiro do próximo ano.

A Resolução 5, aprovada em março do ano passado, determina o monitoramento periódico dos efeitos de organismos geneticamente modificados liberados comercialmente. Com a justificativa de que o monitoramento de eventuais efeitos adversos seria impossível de ser realizado em humanos e vegetais, ele apresentou um texto retirando essa exigência. Permaneceria apenas a necessidade do monitoramento ambiental.

Ao defender esta semana a proposta, Colli usou entre os argumentos o descontentamento da indústria alimentícia, que dizia não ter mecanismos para realizar tal controle, e uma carta do Canadá, informando que a exigência brasileira não constava do Codex Alimentarius, um documento com regras internacionais para segurança de alimentos e com mecanismos para evitar barreiras não tarifárias.

“O texto da resolução é mal escrito. Ele dá margem para que pessoas mais radicais façam exigências de análise para produtores”, disse. Durante a reunião, foi lido um manifesto assinado por 46 organizações não-governamentais, criticando a proposta de mudança. Integrantes do conselho também argumentaram que o monitoramento não poderia ser confundido com pesquisa: representa apenas o acompanhamento de eventuais efeitos adversos, que deve ser realizado principalmente pelos sistemas de vigilância.

O integrante do Greenpeace Rafael Cruz, que acompanhou as discussões, comemorou a mudança, mas afirmou que há ainda risco de retrocesso. “Houve aqui entendimento de que monitoramento não pode ser descartado. Mesmo assim, é preciso ficar atento.”


“Descontentamento da indústria alimentícia”.
Idiotas.
Estes canalhas ficam tentando dar força aos seus atos através de nossas burocracias.
Malditos sejam.
Mostremos a eles NOSSO descontentamento.

Monsanto é empresa da Nova Ordem Mundial – conheça a entrevista com a documentarista de O Mundo segundo a Monsanto

Monsanto Criminosa

O Mundo segundo a Monsanto
Documentarista francesa diz que maior empresa de sementes vende produtos tóxicos e ameaça cientistas
por Juliana Arini
Fonte: Revista Época

A documentarista francesa Marie-Monique Robin, autora de O Mundo Segundo a Monsanto, dedicou três anos de sua vida para desvendar como uma indústria de químicos virou a maior companhia mundial de sementes geneticamente modificadas (transgênicas) e uma das empresas mais influentes do planeta, segundo a revista Business Week.

Marie trabalha há 25 anos com matérias investigativas e recebeu prêmios como o Albert Londres, em 1995, concedido a um documentário sobre o tráfico internacional de órgãos. Em 2004, ela foi aclamada na Europa ao produzir o também premiado Esquadrões da Morte: a escola francesa, sobre a relação do governo francês com ditaduras da Amérioca Latina, nos anos 70.

Para escrever a história da Monsanto, Marie analisou 500 mil páginas de documentos e viajou à Grã-Bretanha, Estados Unidos, Índia, México, Brasil, Vietnã e Noruega. A escritora fala a ÉPOCA sobre o seu último livro. Procurada pela reportagem, a Monsanto afirma que “agricultores enxergam um benefício no cultivo de seus produtos”.

QUEM É
Documentarista e jornalista francesa. Seu documentário que denuncia táticas do serviço secreto francês e conexões com a repressão na América do Sul foi premiado pelo Senado da França.

O QUE FEZ
Já publicou livros denunciando uma rede internacional de tráfico de órgãos e a prática da tortura na Guerra da Argélia. O Mundo Segundo a Monsanto virou um documentário feito pela agência de cinema do Canadá. Para investigar a história, passou cinco anos levantando 500 mil páginas de documentos e viajando para Grã-Bretanha, Índia, México, Paraguai, Brasil, Vietnã, Noruega e Itália

ÉPOCA – Existem outras companhias que também desenvolvem a biotecnologia e possuem patentes sobre sementes. Por que fazer um livro exclusivamente sobre a Monsanto?
Marie-Monique Robin – Há cinco anos, quando trabalhava em três documentários sobre biodiversidade e os organismos geneticamente modificados – e ainda acreditava que eles não teriam problemas – eu acabei viajando muito. Fui para Canadá, México, Argentina, Brasil e Índia, e em todas essas regiões eu sempre encontrava denúncias contra a Monsanto. Foi quando eu decidi buscar quem é essa companhia que agora é a maior produtora de biotecnologia e de alimentos geneticamente modificados do planeta.

ÉPOCA – E como seria esse mundo segundo a Monsanto que você descobriu?
Marie – Cheio de pesticidas. Cerca de 70% dos alimentos geneticamente modificados são feitos para serem plantados com uso do agrotóxico Roundup. Ao comer uma transgênico, a pessoa está praticamente ingerindo Roundup. E, ao contrário do que propagou a Monsanto, esse pesticida não é bom ao meio ambiente e muito menos biodigradável. Ele é muito tóxico. Tenho certeza de que nos próximos cinco anos ele vai ser proibido no mundo, tal como aconteceu com outro produto da companhia, o DDT. O mundo segundo a Monsanto também é dominado por monoculturas. O que é um problema para a segurança alimentar, pois concentra a produção de alimentos na mão de poucos. Também considero arriscado deixar a alimentação mundial na mão de companhias que no passado produziam venenos e armas químicas como o agente laranja, despejado por tropas americanas no Vietnã.

“A Monsanto foi condenada a pagar US$ 700 milhões de dólares pela contaminação em Annistion, nos EUA”

ÉPOCA – Os transgênicos são festejados por reduzirem o uso de pesticidas. Eles não teriam ao menos esse lado bom?
Marie – Não, isso é mentira. Os transgênicos não reduzem o uso de agrotóxicos. Pelo contrário, eles geram ervas daninhas cada vez mais resistentes aos agrotóxicos. Os transgênicos são apenas uma forma da Monsanto controlar a produção de alimentos no mundo.

ÉPOCA – Como uma empresa pode ter todo esse poder? Isso não é teoria da conspiração?
Marie – Não, de forma alguma. Tenho todas as denúncias que faço baseada em documentos e estudos científicos. Esse monopólio sobre a comida é um processo que acontece há um tempo. Ele começou com a permissão das patentes das sementes, na década de 80. Isso deu às empresas exclusividade sobre as sementes que selecionam. Depois, vieram as chamadas plantas híbridas, que são estéreis e não produzem outras sementes. E por último, houve os royalities sobre os transgênicos. Agoras as multinacionais podem cobrar para si, uma parte do lucro da colheita dos fazendeiros. Os transgênicos também são produzidos para reagirem com produtos específicos. No caso da Monsanto, 70% tem que ser plantado com o Roundup. O que obrigados o produtor a comprar sementes e agrotóxicos da mesma empresa.

ÉPOCA – Outras multinacionais produzem nesse mesmo padrão. O que comprova que a Monsanto quer controlar a comida do mundo?
Marie – Após a liberação da venda dos transgênicos, a Monsanto começou a comprar todas as produtoras de sementes do mundo. Hoje, ela é a maior produtora de sementes do planeta. O resultado é que se um fazendeiro quiser mudar sua produção de transgênicos, e voltar ao tradicional, daqui a alguns anos, provavelmente ele não vai conseguir mais, pois só vão existir sementes transgênicas, e da Monsanto. Essa já é uma realidade com a soja dos Estados, e o trigo, na Índia. Nos EUA existem processos contra a Monsanto por monopólio, algo similar ao que aconteceu com a empresa de tecnologia Microsoft.

ÉPOCA – E qual seria interesse da empresa em controlar a produção de alimentos?
Marie – Ele querem manter o agrotóxico Roundup no mercado, o produto que responde por 45% do lucro da companhia. Acho que se o Roundup for banido, como acredito que possa acontecer daqui a alguns anos, os transgênicos vão desaparecer. Sem o Roundup, não é interessante ter transgênico.

ÉPOCA – Por que culpar exclusivamente a Monsanto pelas armas químicas do Vietnã? A opção por usar armas químicas foi do governo americano, e não das companhias. E outras empresas também venderam químicos ao governo dos EUA.
Marie – A venda de agente laranja para o governo americano foi um dos negócios mais lucrativos da Monsanto. Mas hoje, nenhuma das empresas que lucraram com esse processo quer se responsabilizar. No Vietnã, eu vi hospitais repletos de crianças deformadas, que nascem assim até hoje, porque o ambiente continua contaminado. Além do agente laranja, também usaram bifenil policlorado (um produto banido no mundo) nas misturas jogadas no país, e que a própria Monsanto sabia serem tóxicas desde 1937. Nem os soldados americanos foram alertados para os riscos. Como confiar que uma companhia com essa história domine a produção de alimentos?

ÉPOCA – Qual é a prova que a Monsanto sabia que estava vendendo algo tóxico?
Marie – Em 2002, os moradores de Annistion, no EUA, ganharam o direito de uma indenização de US$ 700 milhões de dólares da Monsanto. A empresa foi condenada por contaminar o meio ambiente e as pessoas da cidade com a sua fábrica química. Documentos mostram que desde 1937 a Monsanto sabiam dos riscos da toxidade dos PCBs.

ÉPOCA – Os produtos da Monsanto são aprovados por agências como a FDA, que regula alimentos e medicamentos nos EUA. Como dizer que a FDA e outras agências internacionais estão sendo enganadas?
Marie – A Monsanto usa seu poder econômico para pressionar governos e também infiltra seus ex-funcionários em cargos políticos. Esse processo é conhecido como portas giratórias. Tem casos célebres como a de Linda Fisher, que era funcionária da Agência Americana de Proteção Ambiental, e depois foi trabalhar na Monsanto, em 1995, e acabou retornando para EPA, em 2001.

ÉPOCA – Se a empresa possui toda essa blindagem, então não há solução?
Marie – Acho que só os consumidores podem evitar um problema maior. Na Europa isso já começou. Ninguém quer consumir transgênicos que não foram testados. Estão todos assustados com a atual epidemia de câncer.

ÉPOCA – Mas qual a ligação do câncer com os transgênicos?
Marie – Ainda estou pesquisando o assunto. O meu próximo livro vai ser exatamente sobre isso, a relação entre a comida que consumimos depois da Revolução Verde e o aumento de doenças como o câncer e o Parkison. O mais interessante, um processo que começou justamente entre os próprios agricultores, o mais expostos aos agrotóxicos.


O livro: O mundo segundo a Monsanto – Da dioxina aos transgênicos, uma multinacional que quer o seu bem Apresentação de Marina Silva Ed. Radical Livros http://www.radicallivros.com.br/loja/products/view/7

Especialista informa: Glutamato Monossódico e Aspartame causam DDA

Hiperatividade. Causa está na mesa, adverte psiquiatra
Fonte: www.vidaintegral.com.br/

O médico psiquiatra Juarez Calegaro afirma que aspartame, glutamato monossódico, ômega 6 e outros produtos presentes na maioria de saborosos temperos, reduzem a capacidade defensiva do corpo afetam o cérebro e ameaçam a saúde em geral.

Problemas de linguagem, memória, habilidades motoras e instabilidade emocional. Estes são alguns dos sintomas que afetam milhares de crianças portadoras da desordem conhecida na medicina como déficit de atenção – DDA – e que pode ser, em parte, prevenida e tratada com alimentação correta.

Essa nova visão do tratamento infantil foi apresentada pelo psiquiatra Juarez Calegaro no IV Congresso Internacional de Nutrição Clínica Funcional, na Fecomércio, em São Paulo, dia 13 de setembro.


Excesso que prejudica

De acordo com Callegaro, o consumo excessivo de alguns alimentos, como carboidratos refinados e aspartame, interferem no funcionamento cerebral, matando as células que fabricam neurotransmissores tranqüilizantes, responsáveis por inibir a excitação produzida pelo neurotransmissor glutamato. Em quantidade desproporcional no cérebro, o glutamato provoca os sintomas da hiperatividade.

“O açúcar também estimula a proliferação de cândida, fungo portador de toxinas que bloqueiam a produção de ATP. Essa é a bateria mais usada pelo cérebro para produzir neurotransmissores como o Gaba, cuja função é focalizar a atenção e frear a hiperexcitação psicomotora causadora da hiperatividade” observa o especialista.

O Dr. Calegaro acrescenta que essas toxinas intoxicam o pâncreas, diminuindo a capacidade de suas enzimas quebrarem o glúten do trigo, a caseína do leite e as proteínas da soja, elementos que produzem opióides e anfetaminas que geram dependência, excitação e distúrbios de aprendizagem.

Na mesa, inimigos disfarçados

Outro elemento que eleva o estresse oxidativo no cérebro, atrapalhando seu funcionamento normal e ocasionando a síndrome, é o ômega 6. Trata-se de um nutriente presente em margarinas, em alimentos ricos em gorduras hidrogenadas e em gorduras animais, como carne vermelha, salmões criados em cativeiro, galinhas e ovos de granja. Além de agravar os problemas de aprendizagem e a excitação afetiva e psicomotora, o ômega 6 também provoca depressão do sistema imunológico, facilitando o ataque de vírus que retêm chumbo no cérebro e intensificam o problema.

“Hoje, uma em cada quatro crianças tem acúmulo de chumbo no cérebro. Chumbo e mercúrio são retidos também por substâncias produzidas pela soja, pelo chocolate, café instantâneo e, pasmem, pelo famoso espinafre, tido como alimento muito saudável para as crianças”, explica o psiquiatra.

O psiquiatra Juarez Calegaro, que é também autor do livro Mente Criativa, a aventura do cérebro bem nutrido, afirma que a exposição aos elementos contaminadores do meio ambiente como agrotóxicos e metais tóxicos, corantes artificiais e gorduras trans agravam igualmente a hiperatividade. Outros vilões são os alimentos que provocam alergia e os que contêm glutamato monossódico, substância presente em mais de cinco mil produtos salgados, como miojo, molho shoyu e os caldos para temperos.
Cuidados antes da gravidez

É importante ressaltar, no entanto, que não é só a alimentação das crianças que influencia o quadro da hiperatividade infantil: o que as mães comem durante a gravidez e o período de amamentação também faz muita diferença. “Mulheres que desejam ser mães devem fazer o exame de mineralograma capilar e testes de urina seis meses antes de engravidar, para identificar e corrigir caso tenham grandes concentrações desses elementos que geram o distúrbio”, recomenda Callegaro.

De acordo com o especialista, a boa nutrição evitaria 85% das malformações congênitas responsáveis por problemas neurológicos, como autismo e esquizofrenia. Outro cuidado que deve ser tomado é o controle da concentração de fungos no corpo da mãe, já que crianças contaminadas por cândida no parto têm sua imunidade prejudicada e precisam ingerir substâncias antifúngicas por toda a vida.

Trânsito livre para alimentos saudáveis

O psiquiatra lembra, contudo, que há alimentos que combatem os sintomas do déficit de atenção. É o caso de ervas como valeriana e taurina, que agem como calmante através do leite materno. Além disso, é recomendável sempre dar preferência a alimentos naturais e orgânicos, livres de agrotóxicos, corantes e outras substâncias artificiais e altamente prejudiciais ao organismo.

O Dr. Juarez Calegaro conclui afirmando que nos casos graves de hiperatividade, também é possível lançar mão de remédios por curto período de tempo. “Eles são aplicados no primeiro momento e retirados à medida que são descobertas e tratadas as causas mais profundas, relacionadas com alimentação, fatores psicológicos e falta de exercícios e de descanso suficiente”.

Cartilha do Ziraldo e MAPA foi mesmo boicotada – Eles estão cada vez mais perto. Mas nós também

Você se lembra que anunciamos aqui o lançamento secreto da campanha secreta em prol do consumidor e dos alimentos orgânicos denominada “Cartilha o Olho do Consumidor“?

Então deve se lembrar que questionamos sobre o porque de a Cartilha não estar sendo distribuída ou não haver menção a ela em nenhum jornal de circulação nacional.

Pois saiba que interesses contrários ao público fizeram com que a Cartilha não fosse oficialmente lançada e está lutando para que ela seja abolida, antes mesmo que seja conhecida.

A elite interessada em propagar os alimentos transgênicos está em pé de guerra com todo aquele que tentar dizer que alimentos orgânicos são melhores que outros e a briga vai ser dura, a não ser que nos deixemos calar mais uma vez.


Veja você as atas das reuniões na página do Ministério da Agricultura (ATA 41 e ATA 42),procure pela palavra “orgânico” e veja em que momento ela é mencionada.

Observe que a Cartilha em prol dos direitos do consumidor e dos alimentos orgânicos, chamada de documento na ATA 42, causa transtornos nos membros da Câmara e no assessor para as Câmaras Setoriais e Temáticas, o Sr. Aguinaldo José de Lima, que afirma ter ficado surpreso com o teor “do documento”.

Como assim “ficou surpreso”?
Ah, entendi!
A Cartilha desenhada por Ziraldo a pedido do Ministério da Agricultura em prol do consumidor e dos alimentos orgânicos assustou aos que mais temem a conscientização e a saúde dos consumidores e produtores: os capitalistas, os que realmente lucram com a ignorância da população.

A publicidade é uma das melhores ferramentas contra a Nova Ordem Mundial.
Parabéns a campanha Transparência Brasil e aos Ministérios que tornam públicos seus atos e reuniões.

Vale dizer que a Monsanto pode não ter pedido diretamente que a mencionada cartilha não fosse distribuída, mas seus subordinados souberam agir e às escondidas conseguiram com que ela não fosse revelada.

Vamos continuar na luta para expor o que pretendem as empresas que munem de armas a Nova Ordem Mundial, para que no dia fatídico, possamos abate-las.

Obrigado pela informação amigos do Transgênicos Não!
Continuem na luta vocês também!

Ministério da Agricultura lança campanha "secreta" em prol dos Alimentos Orgânicos – Transgênicos Não!


O Ministério da Agricultura e o cartunista Ziraldo, famoso pelo seu trabalho com o Menino Maluquinho e seu perfil libertário, lançaram ocultamente a Cartilha O Olho do Consumidor, para lançar o selo em prol dos Alimentos Orgânicos e o Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica.

Porém, a maldita empresa que pretende patentear o mundo inteiro conhecida pelo nome de MONSANTO, aparentemente arrumou meios de impedir a distribuição da cartilha.

Então, façamos nós, viralmente, para acabar de vez com essa empresa desgraçada e melhorar a saúde do nosso povo.

Veja que no site do Ministério da Agricultura não há qualquer menção ao SISORG ou a própria cartilha. Não fala sobre este e-mail que estamos recebendo sobre a Monsanto ter entrado com pedido liminar para requerer que a Cartilha não fosse distribuída, por agredir diretamente os seus interesses.


Nenhum site de notícias relatou a questão da Cartilha, seu lançamento ou o pedido da Monsanto, mas estranhamente a cartilha existe e não foi distribuída ou mencionada.

Nossa equipe enviou um e-mail para o Ministério da Agricultura para obter mais informações.
Atualizaremos este post assim que recebermos a resposta.

O Selo da Campanha do Ministério da Agricultura em prol dos Alimentos Orgânicos segue abaixo, observemos se ele vai sumir ou aparecer de uma vez:

Campanha Mundo Saudável do Ministério da Agricultura

Mais informações em:

http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=18691
http://www.yabasta.it/spip.php?article1013
http://www.guiadigital.info/index.php?not=1&pesq_not=1&mostra=8633

CTNBio analisa liberação comercial de arroz e algodão transgênicos – Lobby da Monsanto

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNbio), do Ministério da Ciência e Tecnologia, volta a se reunir hoje (17) e amanhã. Em pauta, 15 solicitações de liberação comercial de organismos
geneticamente modificados (OGMs). A reunião começa às 9h no ministério.

A lista inclui um pedido de liberação comercial de arroz tolerante a glufosinato de amônio e um para algodão geneticamente modificado resistente a insetos e tolerante
ao glifosato. Devem ser analisadas também três solicitações para
liberação comercial de variedades de soja, cinco pedidos para liberação
de milho e cinco para liberação comercial de vacinas.

Da Agência Brasil.


Esperamos que o CTNBio não permita que contaminem nossos alimentos, que não proliferem ainda mais esse veneno que é o transgênico e a patente sobre ele.

CTNBio, una-se a nós Contra a Nova Ordem Mundial.

O que são Alimentos Transgênicos – Como identifica-los? Fazem mal?

Símbolo do Alimento Genéticamente Modificado (GMO) = TransgênicoVá até a sua dispensa, verifique a existência do símbolo ao lado em algum de seus alimentos.

Você sabe o que ele significa?
Alimento Transgênico, não é isso?

Apesar de estarem tentando esconder isso de nós, o Ministério da Saúde sabiamente aprovou o Decreto nº 4680/03 e a Portaria nº 2.658/2003 que determinaram a obrigatoriedade da rotulagem de produtos com mais de 1% de transgênicos em sua composição.

Porém, apesar da obrigatoriedade, ninguém que eu conheça sabe o que significa este símbolo, ou seja, colaram uma figurinha nos produtos e não disseram o que ele significa. Claro lobby da Monsanto…

Alimentos Transgênicos são todos os alimentos geneticamente modificados.
De acordo com a FDA, esses produtos não podem ser destinguidos dos demais pelo fato de serem “iguais” ao alimentos não transgênicos, mas vários estudos demonstram contradições nos relatórios da FDA.

Há mais informações sobre Alimentos Transgênicos no site transgenicosnao.blogspot.com

Se fazem mal, bem, deêm uma olhada em como a Monsanto agiu durante seus anos dourados e veja que ela sempre escondeu a verdade sobre diversos de seus produtos.
Os documentários que mencionamos aqui tem bastante informações referentes.

Monsanto é a maior empresa de biotecnologia do mundo (na marra), líder mundial em alimentos transgênicos, com 90% do mercado. Fabricante das marcas Roundup (herbicída líder a 30 anos), soja para roundup (soja roundup ready), aspartame (edulcorante substitúto do açúcar nos produtos diet), hormônio do crescimento (proibido no Canadá e na Europa), dentre outros produtos altamente tóxicos como o Agente Laranja (desfolhante utilizado na guerra do Vietnã), e PCB (conhecida no Brasil como Ascarel), uma substância extremamente tóxica, que foi proibida em 1971 nos EUA e 1981 no Brasil.

O Grupo Monsanto atua no Brasil por meio das seguintes empresas:
Monsanto do Brasil Ltda., Agroeste Sementes S.A., Monsoy Ltda., Monsanto Nordeste Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda., Alkagro do Brasil Ltda., Stoneville Brasil Ltda., Agroeste Participações Ltda., MDM Sementes Algodão Ltda., D&M Brasil Algodão Ltda., D&PL Brasil Ltda., Sementes Selecionadas Ad Ltda. e WestSeeds Participações Ltda.

O maior mito utilizado para legimitar o mercado dos transgênicos é que “o aumento de produção dos alimentos resolveria a fome”. Não precisa ser nenhum economista pra saber que o problema da fome e da miséria não é a escassez de alimentos, mas a má distribuição de riqueza produzida. Ainda mais em um novo modelo onde você terá de pagar royalties e taxas paras poucas transnacionais que monopolizam o mercado.

Pesquisando sobre o assunto, encontrei dois documentários de tirar o fôlego, que já fazem parte de nossa lista de doumentários.

Sweet Misery - Aspartame
O primeiro foi Sweet Misery, sobre o aspartame, o qual aparentemente é a causa do aumento de doenças raras.

O segundo é O Mundo segundo a Monsanto, que demonstra claramente que estamos sendo engolidos pelo corporativismo selvagem, que transforma o ser humano em mais um obstáculo que precisa ser transposto.

Aos estudantes de direito, recomendo assistir ambos documentários, além de A Corporação, que também toca no assunto.

Cuidado, o seu alimento pode estar lhe causando donças.

Saiba mais em: http://www.algosobre.com.br/biologia/alimentos-trangenicos.html

http://busca.uol.com.br/buscar.html?q=alimento+transgenico

http://transgenicosnao.blogspot.com/

Conheça a lista de produtos transgênicos elaborada pelo Greenpeace em http://www.greenpeace.org.br/transgenicos/pdf/guia_consumidor_4.pdf

Em tempo, como esses desgraçados são aliados no plano contra a população mundial, e pretendem sujar os gênes das espécies naturais, já criaram (não estes) um banco de dados vegetal com mais de 4milhões de sementes, o que chamamos alienadamente de Arca de Noé Vegetal, a qual será assunto por aqui mais futuramente.