Voto de Jean Wyllys Contra o Golpe de 2016 #ForçaJean

Posted by

“Bom, em primeiro lugar eu quero dizer eu estou constrangido de participar dessa ‘farsa’, dessa eleição indireta, conduzida por um ladrão, urdida por um traidor conspirador e apoiada por torturadores, covardes, analfabetos políticos e vendidos. Essa farsa sexista. Em nome dos direitos da população LGBT, do povo negro exterminado das periferias, dos trabalhadores da cultura, dos sem teto, dos sem terra, eu voto NÃO AO GOLPE! E durmam com essa! Canalhas!”Jean Wyllys – 2016

#ForçaJean #EleNão #MarielleVive #LulaLivre #NuncaDesista


Se eles não contarem nas escolas, saibam

Encerramento do Impeachment que culminou com a Cassação da Presidente Eleita Dilma Roussef foi no dia 31 de agosto de 2016, o dia do Golpe de 2016.

Envolvidos no Golpe de 2016

Dilma Roussef, presidente eleita em reeleição em 2014, a impedida.

Eduardo Cunha, presidente da câmara de deputados, recebeu o processo de Impeachment e levou até o final, preso em seguida pela operação lava jato, de quem não se sabe até hoje.

Aécio Neves, senador, político tradicional de Minas Gerais, o candidato derrotado das eleições presidenciais de 2014 que desde então reclamou um terceiro turno das eleições e que ajudou o presidente da Câmara a tocar o processo de impeachment.

Michel Termer, o vice-presidente de Dilma Roussef, que buscava a todo o custo assumir a presidência para interromper processos que chegavam até ele e seus comparsas, o que conquistou com sucesso até agora.

Ricardo Lewandowski, o presidente do Supremo Tribunal Federal, o juiz do impeachment, a quem cabia emitir a decisão da legalidade do processo e manteve a decisão do Congresso Nacional. O ministro do supremo que acha que juiz ganha pouco e tem que aceitar o auxilio moradia.

Lula, o ex-presidente de mesmo partido que indicou e antecedeu Dilma Roussef. Foi condenado em segunda instancia e preso logo após o impeachment em processos duvidosos que tem como provas principais deleções feitas durante negociações de redução de penas dos delatores.

Congresso Nacional, em sua maioria políticos tradicionais envolvidos direta ou indiretamente seja com o mercado nacional ou internacional, financiadores de suas candidaturas. Não representavam os interesses do povo como nação nem do Brasil como país, apenas seus próprios interesses.

Romero Jucá, senador, político tradicional de Roraima, famoso após o vazamento do diálogo em que ele diz – “Tem que resolver essa porra… Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria“.

Supremo Tribunal Federal, STF, mesmo com vários processos em andamento de corrupção e outros crimes contra Deputados Federais e Senadores em exercício e envolvidos no processo de impeachment, priorizaram processos contra os interesses do Governo Federal, que vinha negando aumentos das remunerações dos magistrados. Aumento conquistado com o Golpe de 2016.

Sergio Moro, o juiz de primeira instância que vazava escutas judiciais para a mídia e que virou pop star, nomeado Super Ministro da Justiça pelo presidente eleito de 2018, eleição subsequente da que elegeu Dilma Roussef.

Mercado Nacional, desejosos de isenções fiscais, tributarias e de uma ausência maior do estado para que pudessem empreender nas deficiências, apoiaram o golpe.

Mercado Internacional, super interessados em eliminar as barreiras financeiras que mostravam-se ser as únicas capazes de interromper a crise econômica-financeira em oposição a austeridade que eles queriam.

Jair Bolsonaro, o presidente eleito sem propostas que sucedeu Dilma Roussef nas eleições de 2018 e que teve o apoio da maioria dos envolvidos no Golpe de 2016 contra Dilma Roussef. Político tradicional no Rio de Janeiro, apoiador declarado da Ditadura Militar, de torturadores e de uma guerra civil no Brasil. Utilizou principalmente de fake news contra seus opositores perante uma legião de eleitores sedentos por coisas sem sentido para se eleger junto com uma cambada de mal informados e mal intencionados. Homofóbico, machista, racista, xenófobo, misógino, fascista.

Na época que eu publico este link, tem informação sobre o Golpe de 2016 aqui na Wikipédia. Considere analisar sempre as informações incluídas na Wikipédia.

Outros jornais sérios também noticiaram os fatos aqui expostos, mas o leitor vai precisar ser cuidadoso na pesquisa dos detalhes aqui selecionados. Bon apetit. Não delicie-se apenas, lute.

Diante de tudo isso, a conclusão que eu cheguei é a de que o voto e a declaração do Deputado Federal do PSOL Jean Wyllys no processo de impeachment da presidente eleita Dilma Roussef foi totalmente satisfatória porque incluiu todos os atores envolvidos no Golpe de 2016 e negou o impedimento da presidente.

Segue o vídeo de campanha desta publicação no Youtube: