O Controle se aprofunda – Governo Inglês quer saber o que cidadãos falam por e-mail e por telefone

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E os sistemas de controle sobre a população continuam sua marcha ininterrupta e veloz. Há poucos dias foi noticiado que forças policiais pelo mundo estão dispostas a usar pequenos aviões não tripulados para localizar criminosos em fuga e monitorar cenas de crimes do alto.

Esses aviões custam em média U$ 40.000, aproximadamente o mesmo preço de uma viatura policial. Essa nova geração de micro aviões-robô está sendo recrutada para substituir helicópteros policiais que podem custar até US$ 1,7 milhão.

Como sempre comentamos, o uso da tecnologia para combater a criminalidade é excelente. No entanto, essa mesma tecnologia e outras mais complexas, serão utilizadas num futuro muito breve para o controle que será exercido sobre a população mundial pela besta. No caso desses aviões-robôs, estamos falando de milhares ou milhões deles sobrevoando as cidades e zonas mais afastadas, indo até onde um carro comum não pode ir.

Saindo do ar e voltando à terra, no Brasil, a partir do dia 30/06/12, começa a obrigatoriedade do uso de chip nos automóveis, caminhões, ônibus, tratores, motos e veículos especiais. É o SINIAV (Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos), que prevê o rastreamento de cada um dos 70 milhões de veículos do país. O chip deverá estar em todos os automóveis nacionais até o final de 2014.

Como grandes tentáculos, o controle total se expande por todos os setores. Na Inglaterra está sendo discutido um Projeto de Lei que prevê o monitoramento de e-mails, sites, buscas e acessos na internet, telefonemas comuns e mensagens de texto. AQUI você poderá ver essa reportagem.

Ao mesmo tempo, continua o condicionamento para que o uso do dinheiro e até mesmo de cartões de crédito seja deixado de lado, devido a todos os riscos que acarreta. Por exemplo, no dia 31/03/12, foi noticiado que uma falha nos processadores Visa e Mastercard, as principais empresas do ramo, deixou os dados de mais de 10 milhões de clientes nos EEUU comprometidos. As duas empresas admitiram que parte da informação referente ao cartões está nas mãos de terceiros e que pode, assim, ser usada para criar cartões falsos.